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Modalidades
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 O nascimento do ballet corresponde ao período histórico conhecido como Renascimento. As danças na corte européia, vão se tornando mais complexas, necessitando de pessoas dotadas de técnicas que surgem neste período.
No final do século XVI começa a se estabelecer regras para o gênero, dentre elas a fixação de cinco posições básicas para os pés, e assim se cria condições para os bailes se converterem em espetáculos a serem apresentados. Em 15 de outubro de 1581, no Palácio Petit Bourbon, a rainha da França, Catarina de Médicis ordenou celebrar um espetáculo para saudar as bodas do Duque de Joyeuse com Margarida de Lorena.
Segundo testemunhos da época, o espetáculo começou as 22:00 horas e se concluiu as 04 horas da madrugada, embalada por 10 orquestras.
As coreografias então começam a exigir requisitos como profissionais, treinadores, coreógrafos, técnicos, músicos, requerendo um corpo de baile que segue passos estritamente traçados.
A partir deste marco, o gênero se alastrou pela França e a nobreza começa a oferecer espetáculos cada vez mais virtuosos e exóticos.
Em 1632 se permite ao público em geral prestigiar as apresentações, que antes era privilégio da nobreza.
Na França, em junho de 1669, ordenado pelo Rei Luis XIV, conhecido como Rei Sol, sob a direção de Roberto Cambert, foi criada a Academia Real de Música e Dança, destinada a sistematizar o estudo dos gêneros. Nesta época os espetáculos são apresentados de frente, consagrando técnicas do ballet. Os interpretes começam a saltar para destacarem-se, favorecendo a criação de movimentos como os entrechats e cabrioles, e também para poder se mostrar de frente, de perfil, de costas, iniciou a execução de giros sobre si mesmo, surgindo as piruetas e outros passos similares.
Na mesma época, o maestro da dança Beauchamps teve o mérito, em colaboração com Lully, de fundar a escola francesa de ballet, regulando movimentos, seguindo compassos musicais, permitindo a construção de coreografias mais coerentes. Aderiu passos a partir das cincos posições básicas dos pés, sugeriu passagem lentas e rápidas na música (adágios e alegros) para dar variações ao espetáculo. Criou o pás d´expression, dança de caráter dramático que transmite determinados sentimentos sem necessidade de palavras.
Por influência italiana, a maquinaria teatral já era muito complexa e exigia um grande número de arquitetos, decoradores, carpinteiros e outros profissionais.
O coreógrafo Jean George Noverre, nascido em 1727, considerado uns dos teóricos mais valiosos da dança, foi admirado por filósofos como Voltaire, Diderot e Rousseau. Com sua obra mestra, “Cartas sobre a dança”, o coreógrafo analisa e critica a superficialidade dos espetáculos, ataca os vestuários utilizados, sobretudo às mascaras que tirava a expressividade do rosto, propondo a volta da natureza, a sensibilidade, criando o gênero de ballet de ação. Alguns de seus intérpretes de renomes destacam-se Maria Salle e Maria Anne Cuspis de Camargo, que se apresentavam sem mascaras, e com figurinos mais curtos, que possibilitava a execução de saltos mais leves, mostrando também mais habilidades com os pés.
Na metade do século XIX, surge o Romantismo, movimento artístico que na dança a figura feminina predominava em cena, época em que o maestro italiano Filipo Taglioni e sua filha Maria Taglioni surgem em cela, ela é a primeira figura importante no ballet romântico. Com movimentos arredondados nos braços, começou a utilizar sapatilhas flexíveis e reforçada nas pontas, com o objetivo de suavizar passos com suspensão no ar. Ela também foi responsável pela aparição do tutú romântico.
Outra bailarina de expressão na época, foi a austríaca Fanny Elssler, reunindo o rigor da técnica acadêmica com a delicadeza do ballet romântico, contribuindo com a difusão do ballet pelo mundo.
Em 28 de julho de 1841 acontece um grande momento no ballet, com a estréia do espetáculo Giselle, com a bailarina central Carlota Grise. Giselle até hoje é um ballet imprescindível nas grandes companhias de renomes mundiais.
Em 1847, Marius Petipa, bailarino francês, que trabalhava no espetáculo Giselle com Grise, que posteriormente atua como coreógrafo, cria 54 novos ballets, dentre outras variações, que são dançadas até a atualidade, se tornando uma das figuras mais importantes no ballet clássico de todos os tempos.
Em 1909, na Rússia, o produtor cultural Sergei Diaghilev, organizava o ballet russo, com apresentações em Paris. O público se surpreendeu com os grandes interpretes de prestígio excepcional como Anna Pavlova , Tâmara Karsarina e Vaslav Nijinski, os quais se converteram em paradigma inquestionáveis na dança.
Alguns mestres na história surgiram e continuarão surgindo, em meios às companhias e escolas clássicas, deixando seu legado de grande importância para a dança, influenciando e transformando gerações.
Fonte: El Ballet – Guía para espectadores. Autor: Roberto Méndez Martínez. Editorial Oriente, Santiago de Cuba, 2000. Tradução e resumo: Liziane Bortolatto.  Para adultos
Uma bela atividade para um casal ou para um solteiro (a) que queira aprender com essa linda arte e extrair dela uma bela dança.  A origem:
Não há registros concretos que provem com exatidão e clareza a origem da Dança do Ventre. Podemos dizer que essa foi criada com a sua entrada em vários povos diferentes... cada local com suas diferentes culturas a deixavam mais incrementadas e mais bonitas... por isso tão apreciada em tantos países.
O que quero dizer é, que por onde buscamos o conhecimento da real existência, descobrimos que tudo está ligado, as danças indianas, as dança de hula (havaianas), os movimentos (os oitos e ondulações) são muito parecidos em todas elas, então podemos dizer que por diferentes civilizações e em diferentes períodos de tempo, muitas vezes, até com objetivos semelhantes à dança esta inseridas nos povos.
Vamos a alguns exemplos... A antiga civilização Sumérica é um dos prováveis berços desta arte. Países como a Turquia e a Índia apresentavam alguns dos registros mais antigos de movimentos e cultos que evoluíram para o que se conhece, hoje, como Dança do Ventre.
As danças dentro dos povos eram marcadas como cultos matriarcais, cultos a deuses, ao feminino, a religião, sendo então muito respeitados e uma forma de ligar os povos a natureza. Alguns fatos que comprovam isso são os registros em desenhos encontrados nas cavernas e em diferentes regiões do planeta.
Os deuses e as deusas eram superiores a tudo, uma energia suprema e criadora que gera a vida, tanto dos deuses quanto dos seres humanos. Observando as mulheres que davam a luz, após um período de nove meses de gestação, as pessoas da época chegaram à conclusão que todo o universo teria sido gerado pelo útero de uma grande mãe: a Mãe Divina.
A ligação entre esses cultos antigos da Grande Mãe e a dança fica cada vez mais clara. Os úteros das mulheres eram reverenciados como sagrados, cheios de essência divina, sendo capazes de produzir uma nova vida. Aprendendo a dança em homenagem a Mãe Divina, as meninas e mulheres fortaleciam seus corpos e se preparavam para o casamento, o sexo, gravidez, parto e amamentação.
Sabe-se que a Dança do Ventre tem suas raízes ligadas aos templos, aos rituais de sacerdotisas, histórias ligadas aos haréns, no antigo Egito, mulheres reinavam junto aos seus maridos por diversos atributos que essas possuíam, o principal era a sensualidade ligada aos gestos e as danças. A mulher era vista como peça principal dentro da sociedade.
Apesar de toda a transformação que a dança já passou, o motivo dela existir é o mesmo, uma homenagem para a mulher e feita por mulher, por expressar o feminino e o sagrado.
No princípio, os nomes reais da Dança do Ventre eram:
Dança Oriental – conhecida pelos orientais e nos países árabes. O nome já não é mais tão utilizado, porque o termo Oriental também designa países do Japão, China, que não fazem parte do contexto mencionado.
Ou Racks el Chark – que significa Dança do Leste, local onde o sol nasce. O sol também é o alimento e a fonte de energia para todos e tudo. Essa conotação com a mulher é por que ela que da a vida e ilumina a escuridão (bonito isso né!).
Apesar de toda imensidão que abrange, a Dança do Ventre é conhecida e considerada representante do mundo árabe e está intimamente ligada a sua música e seus ritmos de percussão. Ao contrário do que muitos imaginam, em cada ritmo árabe existe uma obrigatoriedade de movimentos a serem executados, com um componente primordial, que é a improvisação.
Ela promove uma ligação direta entre o folclórico, o improviso e a imaginação individual de cada bailarina; um equilíbrio entre a regra e a liberdade de expressar seus sentimentos e movimentos.
A sua história acompanha a da humanidade e desse fato não se pode fugir. A dança hoje é vista como uma das mais belas e antiga arte, pois através dela a mulher busca sua natureza e percebe seu corpo de maneira instintiva.
Nem tão sagrada, nem tão profana, a Dança do Ventre é hoje apenas uma técnica especialmente desenvolvida para o corpo feminino e que traz inúmeros benefícios para suas praticantes.
A dança e a mulher
A Dança do Ventre cresce a cada dia entre as mulheres que buscam um contato maior com elas mesmas. É uma atividade que vai além do plano físico, ela exalta a feminilidade da mulher e sua verdadeira condição feminina. Sua prática traz inúmeros benefícios, não só físicos como também emocionais, resgatando o nosso poder interno e o autoconhecimento é uma atividade que pode e deve ser praticada por todas as mulheres. Através da dança a mulher fica mais segura, mais forte e mais saudável. Ao dançar ela reflete seu espírito e sua alma através de seu corpo.
Pode ser praticado por mulheres de todas as idades e tipo físico...
Benefícios
Seus benefícios, tanto físicos como psicológicos, são comprovados.
Ativa a circulação sangüínea, melhora o funcionamento do aparelho digestivo, dos rins e dos órgãos sexuais. Proporciona a redescoberta do feminino, com todo o sensualismo que lhe é peculiar. A movimentação específica valoriza o corpo feminino e desenvolve muito a coordenação motora.
Com isso a mulher adquire maior consciência corporal e desenvolve a sensibilidade para observar que seu corpo pode lhe proporcionar mais prazer.
Físicos
A Dança do Ventre torna o corpo mais solto e maleável, torneia os músculos das pernas e braços, afina a linha da cintura, trabalha a musculatura abdominal, solta a região do quadril e todas as articulações. Além disso, previne a chegada de artrites e artroses, com já dito, melhora a coordenação motora, a respiração, a prisão de ventre e o desempenho dos partos naturais.
As mulheres adquirem ritmo e maior consciência dos movimentos de cada parte do corpo.
Terapêuticos
A Dança do Ventre é uma excelente terapia. A mulher passa por um processo de descobrimento ou de resgate da sua feminilidade e sensualidade melhorando a sua auto-estima. Todo e qualquer movimento, antes não percebido, passa a ser revelado. É um processo de autoconhecimento.
Comtemporâneo
Breve histório sobre a dança moderna e contemporânea
Como todo movimento artístico importante, a dança moderna também começou pela contestação, ou seja, pela rejeição do rigor acadêmico e dos artifícios do ballet clássico.
Em parte, o impulso de contestação brotou também no meio do ballet, sobretudo após o longo reinado de Petipa nos Teatros Imperiais da Rússia. As reformas concebidas por Fokine seguiram, em certo sentido, as aspirações dos pioneiros da dança moderna.
Embora Fokine tenha sido influenciado por Isadora Duncan no que se refere às movimentações de braços, por exemplo, as suavizações não romperam por completo com a tradição já imposta. Já Nijunsky, em sua curta carreira coreográfica, tentara ir mais longe, usando movimentos diferentes que em nada se relacionavam com os do ballet aprendido na Escola Imperial.
Um dos precursores da dança moderna foi o francês François Delsarte, nascido em 1811, cantor na Opera Comique, ele perdeu a voz aos 23 anos. A carreira interrompida levou-o a se interessar pelo estudo de anatomia e pela relação entre voz e gesto. Observou loucos em asilos, bêbados na rua e até agonizantes em hospitais públicos. Aliando essa pesquisa com o seu conhecimento musical, Delsarte elaborou uma técnica de expressão corporal com o objetivo de aprimorar o rendimento de artistas cênicos.
Nascido em 1865, o suíço Émile Jacques Dalcroze também contribuiu para lançar fundamentos da dança moderna. E, tal como Delsarte, começou pela música. Formulou então um sistema de ensino segundo o qual, a educação auditiva deviria começar pelo senso rítmico que é basicamente muscular. Estipulou assim que o corpo era o instrumento primordial para a assimilação da música. Começou sua carreira como pedagogo no Conservatório de Genebra, onde ensinou harmonia e solfejo, testando muitas de suas idéias pedagógicas. Em 1910 fundou uma escola em Hellerau.
Com a primeira guerra mundial a escola foi abandonada. Dalcroze faleceu a 1º de julho de 1950 em Genebra na Suiça. Dedicou sua vida ao estudo das leis de expressão e do ritmo. Ele cria a ginástica rítmica.
Outra via iria surgir. Marie Rambert estabeleceu-se em Londres,contribuindo de forma notável para a criação do ballte inglês. O trabalho corporal que ela ali ensinou manteve-se fiel aos princípios de Dalcroze, influenciando, por sua vez, alguns dos seus melhores discípulos, entre os quais Antony Tudor.
Além de Marie Rambert, outros expoentes da dança moderna como Mary Wigman, Hanya Holm, Uday Shan-Kar, passaram pela escola de Hellerau, cuja influência estendeu-se também a Rudolf von Laban e Kurt Jooss.
Isadora Duncan, revolucionária na dança, nascida em 1878, na cidade de San Francisco, Califórnia, idéia que nasceu de uma visceral rebelião contra tudo aquilo que caracterizava o ballet, sapatilha de ponta, posições em dehors, passos codificados. Autodidata por vocação e contingências, Isadora escapou depressa de um curso de ballet, brigando com tudo e todos desde as primeiras lições. Assim, apenas adolescente, ela se fez professora de uma dança livre, inventada no quintal de casa, e que misturada, de modo aleatório, observações sobre a natureza, paixão pela Grécia clássica e o produto de leituras desordenadas.
Outros expoentes, depois de terem feito carreiras independentes, Ruth Saint-Denis e Ted Shawn juntaram-se em 1914, casaram-se e criaram uma escola em Lon Angeles – Denishawn, com fascínio por civilizações antigas e pólo misticismo oriental, eles encaravam a dança como uma religião em que corpo e espírito jamais entram em atrito.
Rudolfo von Laban foi um teórico do movimento corporal. Nascido em 1879 na cidade de Bratislava, fazendo parte do Império Austro-Húngaro, ele estudou na École dês Beaux Arts, em Paris, pensando tornar-se pintor ou arquiteto. Foi um grande estudioso dos movimentos humanos, trabalhando no método de registro gráfico dos movimentos que tornariam depois o labanotation. Assim desenvolveu um método provando que o movimento corporal determina todas as formas de arte, pois encerra a energia básica para qualquer modo de expressão. Laban também formulou um sistema de exercícios corretivos para operários, amplamente aplicado nas usinas de Londres e Manchester durante a Segunda Guerra Mundial, cujo objetivo era aliviar a tensão muscular. A difusão de sua teoria deu-se principalmente por dois discípulos Mary Wigman e Kurt Jooss.
Martha entra para Denishwn, porém em sua carreira independente já na escola East-man School estabelece os fundamentos de sua dança. Rejeita a identificação duncaniana com o ritmo da natureza, e coloca no plexo solar a fonte de energia para o movimento.
Isadora Duncan acendeu a chama. O Denishawn foi o núcleo do qual partiram Martha Graham, Doris Humphrey, Charles Weidman. Mas ninguém inventou a dança moderna. Filha da inquietação do século XX.
Os grupos multiplicaram-se, por vezes preservando laços com um mestre e um estilo, por vezes rompendo para reformular e contestar. Pearl Lang, Sophie Maslow, AnnaSokolow, Jean Erdman permaneceram criaturas de Graham, enquanto Mercê Cunningham, Paul Taylor eEric Hawkins personalizam o condicionamento inicial e conquistam autonomia criativa.
 Para crianças, adolescentes e adultos.
Força, resistência, criatividade, agilidade, expressão facial e corporal, desenvolvimento pessoal, amizades e divertimento.  Para crianças e adolescentes.
A música esta presente em todos os lugares e em todos os momentos, se tornando muito importante para todo o desenvolvimento pessoal...
De uma maneira divertida aprenda a se encantar pelos diversos instrumentos...
 È uma modalidade onde as aulas são animadas e descontraídas. É lecionada com trilhas sonoras diversas, utilizando-se dos benefícios de uma música divertida para encontrar seu próprio Ritmo. Trabalha-se com a superação dos limites do corpo com exercícios aeróbicos, sempre da forma mais saudável e extrovertida possível.  Para crianças e adolescentes.
Trabalha equilíbro, postura, agilidade, criatividade e desperta a alegria e muito mais.
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