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Modalidades
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 O curso de Baby Class é voltado para crianças de 3 e 6 anos e desperta nas pequenas o prazer pela dança e movimentação do corpo. As aulas são realizadas através de um trabalho lúdico, inserindo a criança na dança.
Benefícios:
Desenvolvimento da coordenação motora, ritmo, noções de espaço e direção, confiança, disciplina e postura.  Ballet Clássico é uma dança extremamente técnica e exata, que procura extrair ao máximo toda a habilidade dos bailarinos e bailarinas, mostrando todo o virtuosismo de seus passos e encantando as plateias. É a base de todas as outras modalidades acadêmicas, já que oferece técnica e consciência corporal, além da “limpeza” dos movimentos e senso estético.
Esse estilo utiliza a dança para contar histórias, popularizando e encenando contos de fadas, romances e fábulas.
Nessa dança procura-se sempre incorporar sequências complexas de passos, giros, saltos e movimentos coerentes com a história contada, formando um conjunto harmonioso.
Benefícios:
Conscientização corporal, postura, flexibilidade, equilíbrio, além de inúmeros diferenciais estéticos.O trabalho envolve todos os grupos musculares, em execuções harmoniosas, que proporcionam o crescimento consciente e a aceitação do limite corporal. O estudo contínuo do ballet clássico desenvolve o raciocínio físico, a autoestima, a criatividade e a sensibilidade.
A técnica desenvolvida pelos cubanos tem características que se enquadram e se adaptam bem ao biotipo dos brasileiros; é muito virtuosa e dinâmica, motivando mais os alunos.
Breve história do ballet clássico:
O nascimento do ballet corresponde ao período histórico conhecido como Renascimento. As danças na corte européia, vão se tornando mais complexas, necessitando de pessoas dotadas de técnicas que surgem neste período.
No final do século XVI começa a se estabelecer regras para o gênero, dentre elas a fixação de cinco posições básicas para os pés, e assim se cria condições para os bailes se converterem em espetáculos a serem apresentados. Em 15 de outubro de 1581, no Palácio Petit Bourbon, a rainha da França, Catarina de Médicis ordenou celebrar um espetáculo para saudar as bodas do Duque de Joyeuse com Margarida de Lorena. Segundo testemunhos da época, o espetáculo começou as 22:00 horas e se concluiu as 04 horas da madrugada, embalada por 10 orquestras.
As coreografias então começam a exigir requisitos como profissionais, treinadores, coreógrafos, técnicos, músicos, requerendo um corpo de baile que segue passos estritamente traçados.
A partir deste marco, o gênero se alastrou pela França e a nobreza começa a oferecer espetáculos cada vez mais virtuosos e exóticos.
Em 1632 se permite ao público em geral prestigiar as apresentações, que antes era privilégio da nobreza.
Na França, em junho de 1669, ordenado pelo Rei Luis XIV, conhecido como Rei Sol, sob a direção de Roberto Cambert, foi criada a Academia Real de Música e Dança, destinada a sistematizar o estudo dos gêneros. Nesta época os espetáculos são apresentados de frente, consagrando técnicas do ballet. Os interpretes começam a saltar para destacarem-se, favorecendo a criação de movimentos como os entrechats e cabrioles, e também para poder se mostrar de frente, de perfil, de costas, iniciou a execução de giros sobre si mesmo, surgindo as piruetas e outros passos similares.
Na mesma época, o maestro da dança Beauchamps teve o mérito, em colaboração com Lully, de fundar a escola francesa de ballet, regulando movimentos, seguindo compassos musicais, permitindo a construção de coreografias mais coerentes. Aderiu passos a partir das cincos posições básicas dos pés, sugeriu passagem lentas e rápidas na música (adágios e alegros) para dar variações ao espetáculo. Criou o pás d´expression, dança de caráter dramático que transmite determinados sentimentos sem necessidade de palavras.
Por influência italiana, a maquinaria teatral já era muito complexa e exigia um grande número de arquitetos, decoradores, carpinteiros e outros profissionais.
O coreógrafo Jean George Noverre, nascido em 1727, considerado uns dos teóricos mais valiosos da dança, foi admirado por filósofos como Voltaire, Diderot e Rousseau. Com sua obra mestra, “Cartas sobre a dança”, o coreógrafo analisa e critica a superficialidade dos espetáculos, ataca os vestuários utilizados, sobretudo às mascaras que tirava a expressividade do rosto, propondo a volta da natureza, a sensibilidade, criando o gênero de ballet de ação. Alguns de seus intérpretes de renomes destacam-se Maria Salle e Maria Anne Cuspis de Camargo, que se apresentavam sem mascaras, e com figurinos mais curtos, que possibilitava a execução de saltos mais leves, mostrando também mais habilidades com os pés.
Na metade do século XIX, surge o Romantismo, movimento artístico que na dança a figura feminina predominava em cena, época em que o maestro italiano Filipo Taglioni e sua filha Maria Taglioni surgem em cela, ela é a primeira figura importante no ballet romântico. Com movimentos arredondados nos braços, começou a utilizar sapatilhas flexíveis e reforçada nas pontas, com o objetivo de suavizar passos com suspensão no ar. Ela também foi responsável pela aparição do tutú romântico.
Outra bailarina de expressão na época, foi a austríaca Fanny Elssler, reunindo o rigor da técnica acadêmica com a delicadeza do ballet romântico, contribuindo com a difusão do ballet pelo mundo.
Em 28 de julho de 1841 acontece um grande momento no ballet, com a estréia do espetáculo Giselle, com a bailarina central Carlota Grise. Giselle até hoje é um ballet imprescindível nas grandes companhias de renomes mundiais.
Em 1847, Marius Petipa, bailarino francês, que trabalhava no espetáculo Giselle com Grise, que posteriormente atua como coreógrafo, cria 54 novos ballets, dentre outras variações, que são dançadas até a atualidade, se tornando uma das figuras mais importantes no ballet clássico de todos os tempos.
Em 1909, na Rússia, o produtor cultural Sergei Diaghilev, organizava o ballet russo, com apresentações em Paris. O público se surpreendeu com os grandes interpretes de prestígio excepcional como Anna Pavlova , Tâmara Karsarina e Vaslav Nijinski, os quais se converteram em paradigma inquestionáveis na dança.
Alguns mestres na história surgiram e continuarão surgindo, em meios às companhias e escolas clássicas, deixando seu legado de grande importância para a dança, influenciando e transformando gerações.
Fonte: El Ballet – Guía para espectadores. Autor: Roberto Méndez Martínez. Editorial Oriente, Santiago de Cuba, 2000. Tradução e resumo: Liziane Bortolatto.
 Faixa de idade apartir dos 10 anos
* Um trabalho de coordenação motora com ritmo e musicalidade;
* Um ritmo,onde se dá mais atenção aos movimentos fortes e enérgicos executados pelos braços, pernas, movimentos acrobáticos coreografados, saltos.
* São usadas músicas que tenham batidas fortes e marcantes,algumas músicas eletrônicas e em geral músicas cantadas em cima dos breakbeats.
 A dança de salão tem origem nos bailes da nobreza européia, especialmente a valsa, dançada em casais, o que era um avanço comportamental em sua época.
A forma de dança em casal como mero entretenimento e realizada em ambiente fechado (salões) foi levada pelos colonizadores para as diversas regiões das Américas onde deu origem às muitas variedades à medida que se mesclava às formas populares locais: tango na Argentina, maxixe, que deu origem ao samba de gafieira, no Brasil, habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos, como salsa, bolero, rumba etc, e até mesmo o swing americano, que ainda hoje é preservado na sua forma original por grupos de dançarinos nos Estados Unidos e Europa.
A dança de salão pode ser vista como uma fonte de preservação de características culturais populares, pelo que fica o alerta para que não se a menos preze como mero entretenimento, apesar de poder sê-lo e de alta qualidade. Tem-se cristalizado no Brasil a diferenciação entre dança de salão e dança de competição, o ballroom, muito em voga na Europa mas desconhecido no Brasil.  A Música é suave e Envolvente.
O Clima da Dança è mágico como das mil e uma noites...
A dança Revela seu mistério num olhar, num gesto, num sorriso, no jeito de jogar os cabelos, no andar, no brilho da aura de quem está de bem com a vida e não tem medo de ser feliz.
Dança do ventre a arte sagrada que encanta Mulheres, que nela se reencontram e são mais felizes.
Texto Vanessa Yara  O Jazz é uma forma de expressão pessoal criada e sustentada pelo improviso. Na sua origem a Dança Jazz tem raízes essencialmente populares. Com uma evolução inicial paralela à da música Jazz, surgiu nos E.U.A no final do século passado. Pode-se afirmar, inclusive, que nasceu diretamente da cultura negra .
As diferentes técnicas do Jazz, tem demonstrado que muitos princípios foram herdados do Ballet Clássico e da Dança Moderna, e alguns professores tem divulgado e desenvolvido seus métodos de fundamentação técnica para a formação do bailarino cada vez mais ecléticos. Poucos sabem qual será o futuro e suas novas influências, mas o que se pode afirmar é que até hoje, o Jazz tem sido uma das formas mais importantes da expressão artística.
A origem da Dança Jazz tem raízes essencialmente populares, surgindo da cultura musical negra no sul dos Estados Unidos, no final do século passado. Já nas viagens dos navios negreiros da África para os Estados Unidos, os negros dançavam dentre as más condições do trajeto. Misturando sua tradições nacional, com imitações da dança dos nobres da época, como polca, valsa e quadrilha, desta forma surge o jazz, que era uma mistura da imitação dos ritmos europeus com os costumes naturais dos negros.
Com o intuito de eveitar as revolta dos negreos, em 1740, os tambores foram proibidos no sul dos Estados Unidos. Desta forma, para executar suas danças, eles foram obrigados a improvisar com outras formas de som, como palmas, sapateados, e o banjo. Mais uma vez, a dança dos negros dava um salto, aproximando ainda mais com o jazz que conhecemos atualmente.
As danças afro-americanas começaram a entrar para os salões, e a sofrer novas influências: do can-can e do charleston, principalmente. Logo, essa dança que se pode até chamar de "mista", tomou conta dos palcos da Broadway, se transformando na conhecida comédia musical que, por sua vez, é o segundo nome dado à dança mais conhecida como jazz.
Modern Jazz Dance, Soul Jazz, Rock Jazz, Disco Jazz, Free Style e Jazz, são algumas das designações que hoje em dia vão sendo utilizadas para denominar os numerosos aspectos de que se reveste esta forma de expressão artística. No Brasil além destas designações, a generalização, tem sido freqüentemente exagerada a ponto de considerar determinadas formas de ginástica ou atividade física, englobadas no mesmo termo.
Jack Cole, é por alguns considerado o pai da dança Jazz, foi um dos primeiros a interagir fundamentos da Dança Moderna e sua técnica de isolamento das partes do corpo. Sua técnica viria a influenciar toda uma geração como Matt Mattox, entre outros.
O jazz tem certas características marcantes, incluindo a isolação, uma explosão de energia que se irradia dos quadris e um ritmo pulsante que dá o balanço certo e a qualidade do movimento. O comentário artístico e crítico, entretanto, geralmente acha o jazz uma dança de pouco valor coreográfico, por ser uma mistura de vários estilos pessoais derivados de um processo de improvisação, que organizados formam uma coreografia.
As diferentes técnicas do Jazz, tem demonstrado que muitos princípios foram herdados do Ballet Clássico e da Dança Moderna, e alguns professores tem divulgado e desenvolvido seus métodos de fundamentação técnica para a formação do bailarino cada vez mais ecléticos. Poucos sabem qual será o futuro e suas novas influências, mas o que se pode afirmar é que até hoje, o Jazz tem sido uma das formas mais importantes da expressão artística
Fonte:http://static.publico.clix.pt/coleccoes/jazz/drt.historiaDance.asp  A musicalização, além de transformar as crianças em indivíduos que usam os sons musicais, fazem e criam música, apreciam música, e finalmente se expandem por meio da música, ainda auxiliam no desenvolvimento e aperfeiçoamento da:
- Socialização
- Alfabetização
- Inteligência
- Capacidade inventiva
- Expressividade
- Coordenação motora e tato fino
- Percepção sonora
- Percepção espacial
- Raciocínio lógico e matemático
- Estética
O objetivo central da educação musical é a educação pela música, que engloba vários aspectos do desenvolvimento humano. Entre estes, citamos:  Sem registros históricos que possam precisar datas e locais, sabe-se muito pouco a respeito das origens do sapateado: algumas de suas primeiras manifestações datam de meados do século V. Posteriormente, desenvolveu-se a partir do período da primeira Revolução Industrial. Os operários costumavam usar tamancos (clogs) para isolar a umidade que subia do solo e, nos períodos livres, reuniam-se nas ruas para exibir sua arte: quem fizesse o maior e mais variado número de sons com os pés, de forma mais original, seria o vencedor. Por volta de 1800, sapatos foram adaptados especialmente para esta dança. Os calçados eram mais flexíveis, feitos de couro, e moedas eram fixadas à sola, para que o som fosse mais limpo. Mais tarde, finas placas de metal (taps) passaram a ser fixadas no lugar das moedas, o que aumentou ainda mais a qualidade do som.
Nos Estados Unidos desenvolveu-se o chamado sapateado americano, introduzido no país por volta de na primeira metade do século 19, na fusão que uniu ritmos e danças dos escravos, que já possuiam um estilo de dança próprio baseado nos sons corporais, com os estilos de sapateado praticados pelos imigrantes irlandeses e colonizadores ingleses.
A forma irlandesa do sapateado - também chamada de Irish Tap Dance - concentra-se nos pés, o tronco permanece rígido; já os americanos realizam sua Tap Dance esbanjando ritmos sincopados e movimentos com o corpo todo, abrindo a dança para o estilo próprio de cada executor. O sapateado americano acresecentou à forma irlandesa da dança toda a riqueza musical e de movimentos dos ritmos dançados pelos africanos e com isso criou uma modalidade de dança ímpar e que se espalharia, posteriormente, por todo o território dos EUA e, durante o século XX, diversos outros países.
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